
enquanto isso no divã...
No tratamento analítico a presença do psicanalista faz parte da escuta, sendo que não há conceito de inconsciente sem a PRESENÇA do analista, que é presença no real, é um conceito da teoria e um lugar insubstituível na prática. Cada vez que o paciente fala para esse lugar, supondo se tratar de um oráculo: sente amor, ciúmes, inveja, odio, egoísmo, medo, se sente abandonado, deseja o impossível, quer matar, organiza sua novela, seu drama, assim trama outro destino.
Transformar é o verbo que define a primeira concepção do inconsciente, encontrada na obra de Freud, e nos mostra através de seus atos: não pensa, não julga, não calcula, se limita a transformar. O inconsciente é um saber sem sujeito: não pensa, não julga, não calcula... o sujeito deve falar, sem saber onde o levará esse “insaber”.
A dimensão trágica da experiência psicanalítica transita entre os desejos proibidos – matar o pai e transar com a mãe - e suas múltiplas matizes, nem reintegrar o produto, nem transar com o filho, nem matá-lo, nem... a condenação do sujeito é desejar sozinho, nesse dilema, aquilo que nunca se cumpre, sempre se desloca, unicamente encontrando substitutos, que não saciam, mas que permitem seguir a direção que o futuro traça, tratando de encontrar esse impossível de achar.
Transformar é o verbo que define a primeira concepção do inconsciente, encontrada na obra de Freud, e nos mostra através de seus atos: não pensa, não julga, não calcula, se limita a transformar. O inconsciente é um saber sem sujeito: não pensa, não julga, não calcula... o sujeito deve falar, sem saber onde o levará esse “insaber”.
A dimensão trágica da experiência psicanalítica transita entre os desejos proibidos – matar o pai e transar com a mãe - e suas múltiplas matizes, nem reintegrar o produto, nem transar com o filho, nem matá-lo, nem... a condenação do sujeito é desejar sozinho, nesse dilema, aquilo que nunca se cumpre, sempre se desloca, unicamente encontrando substitutos, que não saciam, mas que permitem seguir a direção que o futuro traça, tratando de encontrar esse impossível de achar.
Trecho do livro “Lo Trágico en Psicanalisis”, de Marcela Villavella – Psicanalista do Grupo Cero.
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