terça-feira, 30 de novembro de 2010

cositas del amor...



Para a psicanálise o amor é da ordem do desejo: não uma paixão imaginária de onde o sujeito tende, sem conseguir, a completar-se, é um dom ativo.

Cada vez que volto a cair na ilusão da completude tenho inibições para trabalhar, para amar, para criar.

O sujeito, quando aceita que não pode possuir o outro, aceita sua carencia e se transforma em sujeito desejante em contínua transformação.

O amor surge, portanto, onde um amado se transforma em amante, isto é, um desejável em desejante.

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